30 de nov de 2010

ironia, apresento a você

Tão irônico quanto o ódio que alimento dentro da minha alma, é o amor que armazeno em meu coração. Dilacerando-me aos poucos, revivendo-me constantemente. Entre um fio de incertezas, prossigo em silêncio, porque sei que jamais tomarás por mim durante a noite, em teus sonhos.
E ainda que me fale o coração, sobre o amor que corre por entre meus dedos, não abrirei os olhos para o abismo novamente. Hoje sei o que quero. Amor. Apenas amor. Verdadeiro e incondicional. Um amor que se escreve nas entrelinhas dos seus relatos, mas não liberta-se em meu corpo.

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